Soul Fighter

  • Muito suor e dedicação nas Dunas de Joaquina, em Florianópolis. O último Soul Fighter Challenge reuniu vários participantes, que mostraram poder de superação e muita força. Veja como foi o evento e fique ligado na nossa página para participar do próximo desafio.

  • No final de 2014, a Soul Fighter organizou o primeiro Soul Fighter Challenge, um evento que trouxe atletas do Crossfit, Calistenia e Mahamudra. Baseado em exercícios comuns às três modalidades, foi criado um circuito que exigia muita força e agilidade.

    O clima de competição não diminuiu a confraternização entre os participantes e as palavras de incentivo tomaram conta do ambiente. Cada um superou seus próprios limites, elevando ainda mais o nível da disputa. No fim, o dia foi marcado pela integração e pelo espírito guerreiro dos atletas, que deram o máximo para terminar o circuito no menor tempo possível.

    Veja mais vídeos e fotos do Soul Fighter Challenge em http://instagram.com/soulfighter

  • A busca pelo crescimento da alma é parte do que forma um verdadeiro Soul Fighter. Com os atletas não poderia ser diferente. Pioneiro no stand up paddle, Alessandro Matero, o Amendoim, se uniu a Carlos Burle, o famoso big rider brasileiro, além de uma equipe de diversos outros especialistas, para explorar a Amazônia e levar seus conhecimentos no SUP às comunidades da Floresta Nacional dos Tapajós.

    A expedição partiu de Alter do Chão, oeste do Pará, conhecida por suas águas cristalinas. É lá que as águas dos rios Amazônas e Tapajós se encontram. O grupo seguiu de barco e após estar a dois dias de barco da cidade mais próxima, encontraram a primeira comunidade.

    Foi lá que as experiências começaram. Aqueles que vieram para ensinar aprenderam muito e saíram com seus espíritos elevados. A intenção era ensinar técnicas de SUP aos locais, mas o que descobriram é que todos ali já eram remadores desde pequenos, tendo a canoa como meio fundamental de deslocamento. Não houve dificuldade alguma em dominar as pranchas e sair remando.

    Burle ficou impressionado com a união existente entre pessoas em condições completamente diferentes. Os habitantes das grandes cidades e os moradores de uma comunidade a dois dias de barco de qualquer cidade eram unidos pela canoagem. “O esporte, realmente, junta todo mundo”, reflete Burle.

    Sem qualquer tecnologia, os atletas perceberam como o tempo é percebido diferente na Amazônia. A comunidade vivia o tempo natural da floresta e não sob as imposições aceleradas do relógio. Eles viviam de forma simples, com pouco, mas nada os faltava.

    Remando até 9h por dia, os atletas percorreram 300km vivendo momentos impressionantes, percorrendo diferentes rios em meio a flora e fauna amazônicas e apreciando o mar de estrelas no céu da floresta. Uma experiência enriquecedora para a alma dos atletas Soul Fighter.