Soul Fighter

windsurf

Windsurf e kitesurf, é só ver as palavras “vento” e “pipa” no nome desses esportes e não sobram dúvidas de que o vento é um fator importante para as modalidades. Vendo alguém como o atleta Soul Fighter, e várias vezes campeão, Guilly Brandão em ação no kite fica fácil perceber que quem se aproveita corretamente dos ventos leva vantagem.

O vento é relevante em mais esportes do que se imagina, alguns mais óbvios do que outros. Começando pelo básico: importata para quem está em pleno ar. A asa delta depende completamente do humor dos ventos, que pode significar um vôo tranqüilo ou até o impedimento da atividade por ventos desfavoráveis.

O paraquedismo segue a mesma linha e quanto mais complicada a ação, maior sua importância. Imagine 10 paraquedistas fazendo formações em conjunto em pleno ar e tendo que lidar com as intempéries do vento. Ou um base jumper com apenas instantes para abrir o paraquedas depois do salto e tendo a diferença entre acertar a rocha ou prédio de onde saltou e pousar em segurança não só na sua habilidade, mas também nas ventanias ao seu redor.

De volta as águas, mesmo sem vela ou pipa, o vento continua importante. As brisas marinhas e terrestres interferem nas ondas junto com outros fatores e podem determinar se o mar estará bom para tubos ou se os surfistas se contentaram em pegar espuma naquele dia.

Os esportes com bola também não escapam. Pense em alguma cobrança de falta no futebol em que a bola fez uma trajetória em curva impossível até o entrar bem no ângulo. Ai está o vento dando uma força para a habilidade do jogador. Golfe, futebol americano, vôlei de praia, beisebol, em todos a regra é simples: se a bola sai do chão em ambiente aberto, o vento importa. Então escolha seu esporte e que bons ventos te guiem.